Feliz Natal e um excelente ano de 2012!!! Neste período de festas é importante se reencontrar, Aproveite este momento para olhar para você, Aproveite para reencontrar amigos, Resolver situações mal resolvidas, Amar sem medo. Cuide do corpo, da mente, das pessoas, Recorde que é um ser humano, E trabalhe isso para o próximo ano, Transforme 2012 um ano com vários momentos de reflexão, e por que não dizer, de reencontro. Que Deus abençoe a todos, São os votos da Associação Jutaisô |
Associação Jutaisô
協会チュ体操 - Centro de cultura oriental
quarta-feira, 21 de dezembro de 2011
Feliz Natal e um próspero Ano Novo
segunda-feira, 14 de novembro de 2011
TODOS KATAS DE JUDÔ
quinta-feira, 3 de novembro de 2011
Parabéns a equipe Brasileira de Judô no Jogos Panamericanos
Congratulations
sexta-feira, 14 de outubro de 2011
Feliz dia dos Professores - Juliana Miki Aoyama
sexta-feira, 30 de setembro de 2011
Uma lição para o Mundo - Masters of Budo
segunda-feira, 12 de setembro de 2011
Enc: Estamos nas Redes Sociais
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Mensagem Sobre o Japão Atual - Monja Coen
Quando voltei ao Brasil, depois de residir doze anos no Japão, me incumbi da difícil missão de transmitir o que mais me impressionou do povo Japonês: kokoro. Kokoro ou Shin significa coração-mente-essência. Como educar pessoas a ter sensibilidade suficiente para sair de si mesmas, de suas necessidades pessoais e se colocar à serviço e disposição do grupo, das outras pessoas, da natureza ilimitada? Outra palavra é gaman: aguentar, suportar. Educação para ser capaz de suportar dificuldades e superá-las.Assim, os eventos de 11 de março, no Nordeste japonês, surpreenderam o mundo de duas maneiras. A primeira pela violência do tsunami e dos vários terremotos, bem como dos perigos de radiação das usinas nucleares de Fukushima. A segunda pela disciplina, ordem, dignidade, paciência, honra e respeito de todas as vítimas. Filas de pessoas passando baldes cheios e vazios, de uma piscina para os banheiros. Nos abrigos, a surpresa das repórteres norte americanas: ninguém queria tirar vantagem sobre ninguém. Compartilhavam cobertas, alimentos, dores, saudades, preocupações, massagens. Cada qual se mantinha em sua área. As crianças não faziam algazarra, não corriam e gritavam, mas se mantinham no espaço que a família havia reservado. Não furaram as filas para assistência médica – quantas pessoas necessitando de remédios perdidos – mas esperaram sua vez também para receber água, usar o telefone, receber atenção médica, alimentos, roupas e escalda pés singelos, com pouquíssima água. Compartilharam também do resfriado, da falta de água para higiene pessoal e coletiva, da fome, da tristeza, da dor, das perdas de verduras, leite, da morte. Nos supermercados lotados e esvaziados de alimentos, não houve saques. Houve a resignação da tragédia e o agradecimento pelo pouco que recebiam. Ensinamento de Buda, hoje enraizado na cultura e chamado de kansha no kokoro: coração de gratidão.Sumimasen é outra palavra chave. Desculpe, sinto muito, com licença. Por vezes me parecia que as pessoas pediam desculpas por viver. Desculpe causar preocupação, desculpe incomodar, desculpe precisar falar com você, ou tocar à sua porta. Desculpe pela minha dor, pelo minhas lágrimas, pela minha passagem, pela preocupação que estamos causando ao mundo. Sumimasem. Quando temos humildade e respeito pensamos nos outros, nos seus sentimentos, necessidades. Quando cuidamos da vida como um todo, somos cuidadas e respeitadas. O inverso não é verdadeiro: se pensar primeiro em mim e só cuidar de mim, perderei. Cada um de nós, cada uma de nós é o todo manifesto. Acompanhando as transmissões na TV e na Internet pude pressentir a atenção e cuidado com quem estaria assistindo: mostrar a realidade, sem ofender, sem estarrecer, sem causar pânico. As vítimas encontradas, vivas ou mortas eram gentilmente cobertas pelos grupos de resgate e delicadamente transportadas – quer para as tendas do exército, que serviam de hospital, quer para as ambulâncias, helicópteros, barcos, que os levariam a hospitais. Análise da situação por especialistas, informações incessantes a toda população pelos oficiais do governo e a noção bem estabelecida de que "somos um só povo e um só país". Telefonei várias vezes aos templos por onde passei e recebi telefonemas. Diziam-me do exagero das notícias internacionais, da confiança nas soluções que seriam encontradas e todos me pediram que não cancelasse nossa viagem em Julho próximo. Aprendemos com essa tragédia o que Buda ensinou há dois mil e quinhentos anos: a vida é transitória, nada é seguro neste mundo, tudo pode ser destruído em um instante e reconstruído novamente. Reafirmando a Lei da Causalidade podemos perceber como tudo está interligado e que nós humanos não somos e jamais seremos capazes de salvar a Terra. O planeta tem seu próprio movimento e vida. Estamos na superfície, na casquinha mais fina. Os movimentos das placas tectônicas não tem a ver com sentimentos humanos, com divindades, vinganças ou castigos. O que podemos fazer é cuidar da pequena camada produtiva, da água, do solo e do ar que respiramos. E isso já é uma tarefa e tanto.Aprendemos com o povo japonês que a solidariedade leva à ordem, que a paciência leva à tranquilidade e que o sofrimento compartilhado leva à reconstrução. Esse exemplo de solidariedade, de bravura, dignidade, de humildade, de respeito aos vivos e aos mortos ficará impresso em todos que acompanharam os eventos que se seguiram a 11 de março. Minhas preces, meus respeitos, minha ternura e minha imensa tristeza em testemunhar tanto sofrimento e tanta dor de um povo que aprendi a amar e respeitar. Havia pessoas suas conhecidas na tragédia?, me perguntaram. E só posso dizer : todas. Todas eram e são pessoas de meu conhecimento. Com elas aprendi a orar, a ter fé, paciência, persistência. Aprendi a respeitar meus ancestrais e a linhagem de Budas. Mãos em prece (gassho) Monja Coen |
sábado, 9 de julho de 2011
terça-feira, 22 de março de 2011
Força Japão!
It is with great care, that the Jutaisô Association provade full suport to the japanese people, after more than a great tragedy caused by de last earthquake, tsunami and radioactive contamination. Yet we know that these people have been forged, and has its roots in Budo, therefore we know that soon everything will be rebuilt, so Force Japan!
quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011
Jutaisô
terça-feira, 25 de maio de 2010
A máquina humana

domingo, 18 de abril de 2010
Shotaro Shimada - Homenagem - Do Judô à Ioga
Segue, a homenagem da Associação Jutaisô, ao grande Prof. Shotaro Shimada, viveu até seus 80 anos, deixando um grande legado. O maior e mais antigo Prof. de Ioga do Brasil, foi o responsável pela inicialização de várias pessoas no caminho, inclusive nossa Prof. Juliana Miki Aoyama, que diz: "Procurava algo, não sabia ao certo o que, um dia escutei um senhor dando entrevista na rádio Mundial, sua palestra foi fantástica, abriu um caminho infinito na minha jornada, sou muito grata, este senhor era o Prof. Shimada" J.M.A .Leia abaixo reportagem sobre o professor publicada na edição 8 da revista Prana Yoga Journal de agosto de 2007:
por Renata Reif
Professor de Yoga há mais de 50 anos, ele é fundador do Instituto de Cultura Yoga Shimada, em São Paulo e considerado um dos introdutores da Yogaterapia no Brasil. Shimada, que foi também responsável pela aplicação dos ensinamentos do Yoga no esporte, revela com simplicidade a sabedoria que adquiriu ao longo da vida como lutador de judô e professor de Yoga. Ele dá aula há 45 de seus 78 anos, é professor de três gerações de uma mesma família e esclarece que Yoga não é uma aula de competição – a execução das posturas é feita para estabilizar a mente, ter conforto no esforço.
São 50 anos de prática. Como foi o seu primeiro contato com o Yoga?
Há 50 anos ninguém falava de Yoga. Comecei a praticar porque treinava judô. Eu li em um livro chamado Yoga, a Ciência da Respiração que a prática desenvolvia faculdades mentais pela autodeterminação e aumento da concentração por meio da respiração. Usei os princípios e constatei que fez muito efeito, inclusive fui campeão em 52, 53 e 54 do Campeonato Paulista de Judô. Aí me interessei por Yoga e comecei a praticar. Naquele tempo, o Yoga era visto como faquirismo, não tinha a explicação abrangente de que o Yoga é uma ciência, um sistema, entende? Aparecia uma porção de jejuadores na Avenida São João, que ficava dentro de caixas de vidro por dois, três dias sem contato com o mundo exterior. Era visto como faquirismo porque realmente o Yoga desenvolve certos poderes. Com o mínimo de respiração e oxigênio, poderes mentais desenvolvem o poder do corpo físico. Porque tudo é fruto do poder da mente. Sempre achei que Yoga era uma ciência, um sistema. Estudei, fiz o curso de Anatomia, Fisiologia e Patologia pela Escola Paulista de Medicina (atual Unifesp) em 1958 e no dia 19 de abril do mesmo ano, eu abri o Instituto. Mas no começo, não podia falar Yoga porque todo mundo achava que se fizesse ficaria biruta. Porque na revista Cruzeiro aparecia gente com um punhal atravessando o pescoço. Não falava em Yoga, falava em ciência da respiração. Aí, pouco a pouco, começou a haver literatura, mais divulgação.
Quais são as motivações de um praticante para construir o alicerce da prática?
A base? Agora, com a comprovação científica, ficou claro que tudo está na cabeça, na mente, no pensamento da pessoa. Por isso se diz, você é aquilo que você pensa. Querendo ou não, quando você pensa, há uma reação nos neurônios. O sistema nervoso é responsável pelo comando do corpo. Então o alicerce fundamental é mudar a maneira de pensar. Se eu estou pensando de maneira agradável, porque tive uma notícia agradável, a mente está confortável, então tudo no sistema nervoso está estável. Mas se você recebe uma notícia desagradável, a mente começa a perturbar e o corpo começa a causar tensão. Tudo está na cabeça, na mente da pessoa. O desenvolvimento da mente se faz pela da prática do Yoga. É preciso treinar a mente para não ser contaminado. O que perturba não é a coisa em si, mas a reação ao fato exterior. A transformação está no interior do homem, que é o centro do universo, por isso, se você muda, o universo todo muda.
Como não cair nos truques da mente?
Nas ciladas, né? É preciso vigiar a mente, o que eu estou pensando? É possível identificar o que se pensa e aí você muda. Se não houver essa vigia, essa consciência, você está sendo contaminado. Mas agora se observa que está sendo contaminado, pode mudar o pensamento. Há certos momentos que não há por onde escapar, em certas situações. Procure diminuir porque senão aquele estado de associação vai crescendo cada vez mais. Se não há condições de sair da situação, procure não se revoltar. Porque cada vez que se revolta, fica mais contaminado. Então, procure aceitar e pouco a pouco, mudar, vigiar a mente, o pensamento. É uma coisa fácil, não há necessidade de se retirar, se isolar.
É importante seguir um único mestre?
Hoje, nesse mundo de globalização, encontrar um mestre é a coisa mais difícil. Não é um erudito, que sabe falar, mas não vive aquilo. Na atual situação do país, todo mundo fala bonito, mas está uma desordem danada! Existe um ditado: não se pode servir dois senhores, tem de servir um único senhor. Se você servir os dois, vai entrar em conflito. Existe dualidade; ou é isso ou é aquilo, certo? Pode ser um mestre que ensina apenas as coisas simples. Porque a verdadeira transmissão não vem da palavra, vem da freqüência da pessoa, da vibração. Cachorro e criança pequena sabem muito bem qual a intenção da pessoa.
Acredita em samadhi (iluminação)?
Todos nós somos muito imediatistas. Muitas pessoas que começam a praticar já querem atingir o samadhi, mas não há necessidade, nem condição de atingir esse estado de iluminação. Se você está insatisfeito, revoltado, irado, se você começa a sentir que está melhor, mais contente consigo, em sintonia coma natureza, já é um bom começo. Ao querer alcançar o ápice das coisas, você pode cair. É uma mudança que você vai fazendo, não só na hora da aula, mas 24 horas por dia. Esse é o ponto fundamental. Existem princípios segundo o Sutra de Patañjali, em que o asana (postura) vai aliviar o estado de tensão. É preciso trabalhar a mente, diminuir o estado de ira. Se você faz a postura, mas por dentro está revoltado, o asana ajuda, mas quando sair da postura, aí a coisa pega! Toda a prática de Yoga é espiritual: yamas (controle), niyamas (observância), asanas (postura), pranayama (técnicas respiratórias), pratyahara (abstração), dharana (concentração), dhyana (meditação) e samadhi. Tudo é uma mudança da mente. Integrar com a natureza e não dominar a natureza, o outro ser. É preciso tomar consciência e devastar menos.
O senhor é vegetariano?
Não sou muito de comer carne, mas se sou convidado para um churrasco, eu como. A pessoa tem de fazer uma comida especial para mim? É muito desagradável! Espiritual é relativo. Porque tem muita gente que come carne e tem bondade. Tem muito vegetariano aí que não tem bondade, porque a revolta não está fora, está dentro de si. Por exemplo, os esquimós têm de comer gordura. Cada país tem um tipo de alimentação. A verdadeira feijoada não é a que se come hoje e sim feita de joelho, rabo, orelha e língua, o mocotó. Hoje, se coloca paio, lingüiça, está tudo distorcido.
Como é o Yoga de hoje?
Hoje tem mais professores do que alunos. São muitas práticas e as pessoas não mais praticam como verdadeira tradição. Começam a inventar Light Yoga, Power Yoga, não sei o que lá Yoga, quando o Yoga é um só. Não tem essa divisão. Nós seguimos uma tradição do Kaivalyadhama, centro de pesquisa que existe na Índia desde 1924, em que todas as práticas e orientações são comprovadas cientificamente que têm efeito. Antes ligavam perguntando: “Professor, qual o horário da aula?”. Hoje ligam querendo saber que estilo que ensinam aí. Veja só!
Fonte: www.eyoga.com.br
Fotografia: capa do livro A Ioga do Mestre e do Aprendiz, de Shimada, editora Phorte.
sexta-feira, 2 de abril de 2010
Abra sua mente!
Os estudantes do zen avançado praticam o judô, mas o judô psicológico deles não foi compreendido pelos turistas que chegam ao Japão. Ver, por exemplo, os monges praticando o judô, lutando uns com os outros, pareceria um exercício meramente físico, mas não é. Quando estão praticando judô, realmente quase não estão se dando conta do corpo físico. Na realidade, sua luta tem como objetivo dominar a própria mente. No judô, o adversário que estão combatendo é a sua própria mente. De maneira que o judô psicológico tem por objetivo submeter a mente, tratá-la cientificamente, tecnicamente; o objetivo é submetê-la. Infelizmente, os ocidentais só vêem a casca do judô. Claro, como sempre, superficiais e néscios, tomaram o judô como luta de defesa pessoal e se esqueceram dos princípios do zen e do ch'an. Isso foi verdadeiramente lamentável. É algo bastante semelhante ao que aconteceu com o Tarô. Sabe-se que no Tarô está toda a sabedoria antiga e todas as leis cósmicas e da natureza.
Por exemplo, um indivíduo que fala contra a magia sexual está falando contra o Arcano IX do Tarô. Portanto, está jogando um carma horrível contra si. Um indivíduo que fale a favor do dogma da evolução, está quebrando a lei do Arcano X do Tarô, e assim sucessivamente.
Depois desta pequena digressão, quero dizer que o Tarô, tão sagrado, tão sapiente, converteu-se em jogo de poquer e nesses outros jogos de cartas que servem para a diversão das pessoas, que se esqueceram de suas leis e de seus princípios. As piscinas sagradas dos antigos templos de Mistérios converteram-se hoje nos clubes de banhistas. A tauromaquia, a ciência profunda, a ciência taurina dos antigos mistérios de Netuno na Atlântida, perdeu seus princípios e converteu-se hoje no circo vulgar das touradas. Portanto, não é de se estranhar que o judô - zen e ch'an - que tem por objetivo precisamente submeter a própria mente através de seus movimentos e paradas, tenha degenerado, tenha perdido seus princípios, no mundo ocidental, e tenha se convertido em algo profano que só se usa hoje para a defesa pessoal.
sábado, 30 de janeiro de 2010
As 7 leis do Bushido

quinta-feira, 28 de janeiro de 2010
O Tao e o Judô
" A virtude suprema é como a água,For the reason of water lies in the fact that she
nourish all without effort.
It occupies the place that men consider
worse.
Thus the relation of the Tao with the world is to
A river that goes down a valley
Toward the ocean.
The object softer world, wins the
hard
Because the bays and oceans, becomes
kings of a hundred rivers?
Why are apt to remain in places
low
That's how they become kings of a hundred rivers.
Nothing in the world is more fragile than the water.
There is nothing better
To overcome the hardened.
Lao-Tse
domingo, 24 de janeiro de 2010
Seu corpo
domingo, 27 de dezembro de 2009
USE SCIENCE TO IMPROVE YOUR JUDO
- Focus the power of your entire body onto one part of your opponent´s body to gain an advantage.
- When faced with unstoppable power, yield and give way in order to use your opponent´s power against him or her.
- Apply your energy in the direction your opponent is moving.
- Exploit leverage to maximize your strength.
- Attack your opponent´s weakness with your strength to gain victory.
- keep your opponent moving to build momentum.
- Maintain flexibility in your body to help keep your balance.
- Pull when pushed, pushe when pulled.
- Move quickly to gain a position of relative advantage.
- Get under your opponent´s center of gravity to attack.
- Keep your own center of gravity low to defend.
- Keep a wide base when on the ground.
- Keep your body loose so the effect of your opponent´s force can be localized and nullified.
- Utilize your full body length as one unit to gain the greatest leverage.
- Use your full body mass, not just the strength of your arms or legs, to increase power.
- Concentrate all of your power at the moment of attack.
- Increase the force avilable for attacks through speed.
- overwhelming strength can only be used against you if you try to oppose it.
terça-feira, 8 de dezembro de 2009
Sensei Jiro Aoyama - Palestra Banco Santander
terça-feira, 29 de setembro de 2009
Olimpíadas no Brasil? Antes o respeito!
terça-feira, 15 de setembro de 2009
Estadual de Judô 2º Divisão - Campinas por Juliana Miki Aoyama

Outra palavra é gaman: aguentar, suportar. Educação para ser capaz de suportar dificuldades e superá-las.
Nos supermercados lotados e esvaziados de alimentos, não houve saques. Houve a resignação da tragédia e o agradecimento pelo pouco que recebiam. Ensinamento de Buda, hoje enraizado na cultura e chamado de kansha no kokoro: coração de gratidão.
Reafirmando a Lei da Causalidade podemos perceber como tudo está interligado e que nós humanos não somos e jamais seremos capazes de salvar a Terra. O planeta tem seu próprio movimento e vida. Estamos na superfície, na casquinha mais fina. Os movimentos das placas tectônicas não tem a ver com sentimentos humanos, com divindades, vinganças ou castigos. O que podemos fazer é cuidar da pequena camada produtiva, da água, do solo e do ar que respiramos. E isso já é uma tarefa e tanto.